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A mostrar mensagens com a etiqueta Família

Casamento especial

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Tenho tantos acontecimentos importantes que quero deixar aqui registados mas não estou a conseguir gerir esta partilha. Não quero escrever breves linhas e depositar fotografias, antes gravar aqui momentos que me/nos marcaram e que ficam para a vida. Todos diferentes e todos tão importantes! Todos muito (demasiado) próximos uns dos outros, sem tempo nem espaço para reflexões, antes aproveitar cada um da melhor forma. Isso sinto que tenho feito. Zero preocupações nas fotografias "formais" para deixar que os meus olhos, o meu cérebro, acima de tudo o meu coração tenha a capacidade de absorver tudo.  Seguindo a ordem cronológica dos acontecimentos, fica aqui o registo do casamento do Fábio Oliveira que me marcou de uma forma tão intensa que até me surpreendeu. Vê-lo casar despertou em mim uma nostalgia que desconhecia... tenho poucas memórias de infância sem incluir os meus vizinhos Oliveira e a minha querida "vizinha". Pensar que cresci com o Sérgio, o pai do Fábio,...

A minha irmã tem Parkison

Demorei a escrever sobre este tema, tanto pelo que implica em termos de exposição mas sobretudo por respeito à decisão da minha irmã, que preferiu ter tempo e espaço para digerir e aceitar esta dura herança - a doença de Parkison.  Ao meu pai foi diagnosticado no ano em que se reformou, mirrando todos os projectos de uma vida inteira de trabalho na esperança de depois gozar, em saúde, os merecidos anos de descanso laboral. Mas se com o meu pai o diagnóstico foi recebido com surpresa, por ser considerado "novo" para a doença, o que dizer do caso raro da minha irmã, com apenas 35 anos...  Foram precisos 3 longos anos para um doloroso processo de aceitação, que começou por ser partilhado apenas com o marido e com os irmãos. Até os pais ficaram de fora durante um longo período, com o argumento, difícil de contestar, de os poupar, de os proteger da dor, sobretudo pelo receio do impacto que podia causar no pai, pela pesada herança que, sem poder nenhum de escolha, partilha ago...

Adeus Jipe

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Vendemos o jipe. Voltámos a anunciar e desta vez recebemos telefonemas e uma visita. Quem veio ver gostou do que viu e voltou para o levar. O valor da venda nunca reflecte o quanto se investiu para o transformar, menos ainda o valor sentimental que tinha para nós. Comprámos no ano em que casámos, e já lá vão 10 anos, e foi muitas vezes o carro do dia-a-dia, como na semana passada, quando o meu carro precisou de ficar na oficina para uma reparação mais demorada. Mas foi acima de tudo o carro da aventura, tanto para o Hugo nos muitos passeios TT que fez, como para a família. O destino raramente importava porque o objetivo do passeio era "andar de jipe". Essa adrenalina, esse sentimento de aventura foi o melhor de tudo. As miúdas só vão saber logo à noite (o Hugo ficou de filmar as reacções) e sei que vão ficar tristes e lhe vão sentir a falta. Vamos todos. Mas a vida é mesmo assim, cheia de ciclos, de novas fases, de recomeços e adaptações. Ter um carro extra, só para andar de...

Ainda é Natal

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O Natal não é só a noite ou o dia. Chega a ser mais do que um mês, entre os preparativos, os encontros, as festas, os programas, os jantares e os lanches, todos com o pretexto do Natal. É por isso que gosto tanto desta época do ano, que não se resume a um jantar em família, antes uma sucessão de encontros, de celebrações, de momentos especiais que fortalecem relações. É o chamado "tempo de qualidade" que se encontra para estar com quem gostamos. A tarde de hoje, na Vila Natal de Cascais, foi sem dúvida tempo de qualidade em família! Que o novo ano nos reserve muitos momentos como este.

Family day!

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A contagem decrescente está quase, quase a terminar. Impressionante como estas semanas passaram depressa! O calendário do advento está a correr lindamente, instalando uma nova rotina nas nossas manhãs. Domingo a mensagem dizia que o programa ficava ao critério das pequenas e a escolha não podia ter sido melhor: uma ida à praia, num dia de sol de inverno! Gostamos muito da praia de S. Julião, para os lados de Mafra, pela tranquilidade que transmite mas também pelas bolas de berlim maravilhosas do café em cima da praia! Que venham mais programas destes, que aquecem a alma.

Obrigada família!

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Em semana de agradecimentos, e a um dia de ficar de férias, tenho tanto para agradecer e desta vez à família de sangue, ao nosso núcleo duro que nunca nos falha, que está sempre lá quando precisamos. As férias da escola começaram a 28 de julho mas as nossas só amanhã... e 15 dias podiam ser (e são para alguns pais) um problema mas felizmente lá em casa são sinónimo de tempo em família e tempo de qualidade, onde as actividades e passeios se vão sucedendo num ritmo tão fluido que as mantém ocupadas e sobretudo felizes. Tão animadas que andam que para irem dormir a casa tem sido praticamente sob chantagem... sem dúvida sinal de que se sentem também em casa.  Por isso tenho muito que agradecer! Ao tio João que, apesar de estar com elas o ano inteiro, ainda arranja disposição e energia para as ocupar nas férias! Seja em passeios, seja em casa, animação não falta; À tia Sandra, que mesmo com a bebé Frederica, que só quer é colo e que ainda acorda a meio da noite, insiste para as sobri...

Aos avós lá de casa

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Hoje é dia Mundial dos Avós. São datas especiais que nos levam a pensar sobre o papel destas pessoas nas nossas vidas. Eu tive a sorte de crescer com avós cheias de vida, que viviam na mesma aldeia e que tomavam conta de nós a meias nos meses de verão. Almoço na avó de "cima", jantar na de "baixo". Da avó Natividade tínhamos sempre tudo o que pedíamos, batatas fritas em azeite que só na casa da avó de cima tinha aquele sabor tão especial. Ia connosco ao café e era sempre generosa com as guloseimas, levava-nos à rega e à Tapada cimeira para tratar dos animais, sempre bem-disposta, com vontade que o verão durasse o ano inteiro! A parte preferida era ter companhia para dormir, que entre nós íamos sorteando porque todas queriam dormir com a avó! Já na avó de baixo, a dinâmica era diferente porque sempre imperou a auto-gestão. Fazia-nos crer que tínhamos total liberdade mas pelo meio lá íamos levar as maçãs ao porco ao Vale da Vinha ou buscar os ovos à Eira. As tarefas ...