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A mostrar mensagens de Abril, 2018

Parabéns querida amiga!

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Tudo na vida acontece por uma razão. As pessoas que cruzam o nosso caminho e que ficam nas nossas vidas também. Fazem parte de um "grande plano" que tantas vezes nos transcende mas que, tarde ou cedo, se encaixa na perfeição. A Ana é uma dessas pessoas. Somos muito diferentes em tantos aspectos mas almas gémeas em tantos outros, sobretudo em pontos profundos das nossas vidas, com tantas vivências marcantes em comum. Para o bem e para o mal sempre nos mantivemos juntas. No que é essencial estamos sempre de acordo e lutamos juntas por uma família sólida e, acima de tudo, feliz. A vida junto-nos, não por mero acaso, porque juntas somos mais fortes e juntas temos feito uma bela equipa! Que os 40 te tragam não só a ternura mas o começo de uma nova fase, se possível, ainda mais feliz! Muitos parabéns minha querida cunhada, acima de tudo, amiga!

A Festa da Constança

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A culpa disto é minha, eu sei. A mania de fazer festas em casa com a família toda, os amigos mais próximos, mas também uma oportunidade para estar com os que vemos menos, mais os amigos da escola que começam a ser importantes nas vivências da Constança. Todos importantes, de uma maneira ou de outra. Se só a família enche a casa, juntar todos os outros - não menos importantes - resulta sempre em confusão, mas uma confusão das boas, com barulho, correria, jogos e aventuras, migalhas e copos espalhados também. Casa cheia, coração cheio na mesma medida. Como sempre foi assim, desde o 1.º aniversário - com almoço ou jantar com os avós, tias, tios, primos, madrinhas e respetivas famílias - para a Constança este é o conceito "normal" de festa de aniversário. Faça sol ou chuva, como ontem, o importante é a festa fazer-se na mesma. No terraço ou em casa, o importante são as pessoas. Fico feliz que assim seja, que mesmo aliciada em trocar esta "confusão" por uma ida ao cine…

Parkinson's In Mind: o testemunho

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Ainda sobre a participação da mana na campanha da Bial, no dia mundial dos doentes de Parkinson, aqui fica o making of com os testemunhos reais. Ouvir o discurso da Andreia, numa voz tão determinada e confiante ainda me deixou mais orgulhosa. Saber que se sente diferente, em momentos e em situações que podem ser tão banais... deixa-me de coração apertado. Até porque a grande maioria das vezes ninguém repara, ninguém dá por isso mas na cabeça dela não se desliga o alarme da "diferença". Tantas vezes está apenas na cabeça - e no coração - de quem a sente e vive mas fora da atenção dos outros que por distração, por desinteresse ou simplesmente porque se vive cada vez mais focado em si mesmo e não nos outros lhes passa completamente ao lado. Participar nesta campanha, dar voz à doença e sensibilizar para a diferença foi sem dúvida uma grande vitória nesta luta inglória mas possível de vencer. Força maninha - Um por todos e Todos por um!




Dia Mundial da Doença de Parkinson

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O dia chegou. Aquele que revela publicamente uma doença que foi segredo durante anos mas que quebra tabus e barreiras agora, para mostrar que "não existe um ritmo de vida perfeito".  Acredito que tudo na vida acontece por uma razão e acontece quando tem de acontecer. Esta é só mais uma prova viva disso mesmo. Hoje assinala-se um dia histórico nas nossas vidas, o dia em que mostramos ao mundo que somos todos diferentes e que, graças a essa diferença, podemos fazer a diferença na vida dos outros. A palavra diferença repetida serve para reforçar que o ser diferente não tem de ser só mau. Cabe a cada um a decisão e o poder de fazer dessa diferença um pilar de força e de superação. A campanha da Bial encoraja a tolerância e a saber mais sobre a doença, que chega sem ser anunciada e fica para a vida, sem cura mas possível de tratar e de acompanhar para garantir o maior grau de independência possível a cada doente. A minha irmã tem a sorte de ter uma rede de família e amigos que a…

A minha irmã tem Parkison

Demorei a escrever sobre este tema, tanto pelo que implica em termos de exposição mas sobretudo por respeito à decisão da minha irmã, que preferiu ter tempo e espaço para digerir e aceitar esta dura herança - a doença de Parkison.  Ao meu pai foi diagnosticado no ano em que se reformou, mirrando todos os projectos de uma vida inteira de trabalho na esperança de depois gozar, em saúde, os merecidos anos de descanso laboral. Mas se com o meu pai o diagnóstico foi recebido com surpresa, por ser considerado "novo" para a doença, o que dizer do caso raro da minha irmã, com apenas 35 anos...  Foram precisos 3 longos anos para um doloroso processo de aceitação, que começou por ser partilhado apenas com o marido e com os irmãos. Até os pais ficaram de fora durante um longo período, com o argumento, difícil de contestar, de os poupar, de os proteger da dor, sobretudo pelo receio do impacto que podia causar no pai, pela pesada herança que, sem poder nenhum de escolha, partilha agora …

Desisti

Desisti do processo que tinha a correr desde 2015, relativo à compra do meu carro.
Desisti a 1 mês de nova data para julgamento, consciente de uma vitória certa.
Desisti ciente que ganhar seria pior do que desistir porque ficaria ainda mais "presa" neste processo que se arrasta há 3 anos.
Um processo que praticamente não começou porque entre o tempo que se demora a abri-lo e a espera que haja uma data concreta de uma audiência deu para tudo, inclusive para o stand conseguir arranjar forma de mudar o nome da sociedade e deixar uma empresa fantasma, de fachada a quem não posso pedir nada por ser certo nada vir a receber.
Desisti mesmo sabendo que o esquema de enganar clientes, com a venda de carros importados com km's adulterados, vai continuar a prosperar sem nenhuma consequência para quem faz disto vida.
Desisti porque continuar significava gastar mais dinheiro, em despesas de tribunal e honorários de advogado, para conseguir uma "vitória para emoldurar" nas p…

Finalmente... o vídeo do Simão!

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Este custou a sair... pedido com antecedência e aguardado com muita expectativa, finalmente aqui fica na nossa biblioteca de vídeos em que todos os anos vamos adicionando mais um ano de vida. Podem demorar a chegar mas não falham! Uma tradição que espero conseguir manter na história de todos lá de casa, para que quando formos velhinhos tenhamos sempre forma de reviver os melhores anos das nossas vidas. Que seja sempre a somar vitórias, alegrias e muitos bons momentos. Parabéns querido Simão!!!

Curtir a vida

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Agora que as nossas meninas já estão mais crescidas, mais autónomas, com outros interesses e programas, chega o tempo de voltarmos a pensar em nós, no nosso tempo e na nossa vida quando elas não estão ou no que conseguimos fazer com elas, agora que já acompanham o nosso ritmo.  O que mais temia, antes de ser mãe, era o deixar de me sentir "eu" - a Telma, a mulher, a amiga, a companheira. Ser mãe é maravilhoso, sem dúvida o mais importante na minha vida mas não sou só mãe. Quero ser mãe mas também ser mulher, ser amiga, ser profissional, ser companheira. Ter outros interesses para além dos filhos só nos faz sentir mais vivos, mais realizados, mais felizes. Focar todas as energias nos filhos tem sempre o duplo risco da pressão que se coloca neles, mesmo que de forma inconsciente ou indireta, e no quanto a pessoa se vai anulando, deixando de fazer o que mais gosta, de estar com as amigos, de ter tempo ou mesmo disposição para ler um livro, para simplesmente apreciar o silêncio…