Avançar para o conteúdo principal

O valor das convicções

Vi ontem este filme e apesar de já ter visto a apresentação no cinema, de ter ouvido boas críticas e vários comentários, mesmo assim conseguiu superar todas as expectativas. Este filme é uma lição de vida, que mostra o quanto é difícil ser-se diferente, ter convicções firmes, acreditar nelas e conseguir cumpri-las. É uma história verídica muito bem contada, mega bem produzida e que continua a fazer sentido na sociedade de hoje. Apesar de nos auto intitularmos de "mente aberta", ainda nos custa muito lidar com a diferença dos outros. Com atitudes/comportamentos e convicções que ousam pisar a linha padrão, do socialmente aceite ou dito "normal". Grande filme. Grande lição de vida.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Completamente in love...

Confesso que vivi esta gravidez da mana mais velha com alguma angústia por ter ainda bem presente o quanto estar grávida não é propriamente um mar de rosas... vómitos, azia, não poder tomar nada para a constipação, pernas inchadas, contracções antes do tempo, bolsa em risco de romper e, agora na última semana, colestase gravídica. É muita coisa para gerir, muita pressão a cada semana que passa. Quando me disse que iriam provocar na 4.ª feira, no dia das 38 semanas, respirei de alívio! E fiquei feliz também com a coincidência da data: dia 11 de janeiro era o aniversário da mãe do Hugo e fez ontem 19 anos que o nosso namoro se oficializou num jantar em família. O nascimento da Frederica veio coroar este dia, que sempre foi e será dia para celebrar a vida. Dos que já partiram, dos que a vida juntou e dos que chegam ao mundo para completar as nossas vidas.  Passei o dia à espera que o telemóvel desse sinal de parto, o que só aconteceu às 18h da tarde. Demorou 1 dia de trabalho a vir ao m…

Até sempre, querida vizinha

A "vizinha", como sempre lhe chamámos, foi uma 2.ª mãe para nós. Fez parte da nossa infância de uma forma tão intensa que é impossível recordarmos episódios de infância sem a incluir. Esteve sempre lá, fez parte das nossas brincadeiras, dos nossos passeios, das nossas aventuras, das nossas rotinas. Nós, os filhos, crescemos juntos de uma forma tão genuína, tão incrível que é difícil explicar por palavras. Tantas histórias temos para recordar... A "vizinha" arrancou-nos os dentes de leite, porque a mãe nunca teve coragem; dava-nos o pequeno-almoço quando os pais saiam muito cedo para a feira; assegurava o jantar na ausência da mãe; dava uma mão no quintal só pela companhia; teve telefone fixo primeiro do que nós lá em casa e por isso era para ela que ligávamos quando estávamos no colégio ou de onde recebíamos as chamadas das tias e das avós. Resumindo, sempre fez parte das nossas vidas de uma forma tão próxima, muito mais que grande parte da família porque estava a…

Passagem de Ano!

Não sou de grandes resoluções de ano novo, mas gosto de olhar para a agenda nova e pensar no quanto temos para fazer, para viver, para aproveitar. Gosto de entrar no novo ano confiante de que melhores dias virão, de que novos desafios vão ser enfrentados com coragem e determinação. Peço apenas saúde porque o resto acredito que, mal ou bem, se arranja. Este ano o jantar de passagem de ano foi lá em casa e soube bem estar entre amigos neste momento de viragem. Faltou a mana grávida, que está de repouso para ver se aguenta mais umas semanas; não esteve o mano, que como sempre passa com os amigos; mas o importante é saber que mesmo longe, quer da família ou amigos, estamos juntos ao longo dos 365 dias do ano. Entrámos em 2017 com sorrisos e abraços sentidos, confiantes que a família e os amigos são o melhor que podemos pedir para as nossas vidas. 













Nota: a Constança ainda não domina a leitura! 
Pediu rectificação :)